Demanda por voos domésticos recua 1,52% em novembro

Apesar dos esforços do setor, situação econômica influencia desempenho das companhias aéreas

A demanda por viagens aéreas domésticas recuou 1,52% em novembro, em relação ao mesmo mês do ano passado. Apesar de ter sido o 16º mês consecutivo de retração, foi a menor desaceleração desde setembro de 2015, quando esse índice teve queda de 0,78%.

A oferta de assentos nos aviões, por sua vez, teve diminuição de 5,07% na mesma base de comparação. Com isso, o aproveitamento3 dos voos ficou em 80,83%, um aumento de 2,91 pontos percentuais. Ao todo, foram embarcados 7,1 milhões de passageiros no mês passado, uma queda de 3,3% em relação a novembro de 2015.

De janeiro a novembro, a demanda doméstica acumula redução de 5,79% em relação ao mesmo período do ano passado, com queda de 5,9% na oferta. A taxa de ocupação dos aviões está em 80,01%, um acréscimo de 0,09 ponto percentual.

Participação no mercado doméstico em novembro:
GOL – 36,10%
LATAM – 34,34%
AZUL – 17,19%
AVIANCA – 12,37%

Transporte internacional O transporte aéreo de passageiros ao exterior, entre as companhias aéreas brasileiras, teve aumento de 8,56% em novembro, em relação ao mesmo mês de 2015. Foi o melhor resultado desde dezembro do ano passado, quando esse índice registrou crescimento de 8,92%.

A oferta em voos internacionais registrou aumento de 0,66% no mês passado, na comparação anual. Assim, a taxa de ocupação dos aviões ficou em 85,42%, com alta de 6,22 pontos percentuais.

No acumulado de 11 meses, a demanda por viagens aéreas ao exterior registra queda de 1,29%, diante de igual período do ano passado. A oferta acumula retração de 3,67%, na mesma comparação. O aproveitamento dos voos está em 83,31%, um crescimento de 2,01 pontos percentuais.

Cargas O transporte aéreo de cargas apresentou redução de 0,11% em novembro, diante de igual mês de 2015. Já no mercado internacional, esse índice teve aumento de 9,21% na mesma comparação. De janeiro a novembro, essa atividade acumula queda de 7,04% no país e crescimento de 1,3% para o exterior.

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